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    November 07

    Pastor luterano teve comunidade religiosa dividida pelo Muro de Berlim

             
    'Era uma cidade-metade, como quem tem uma perna cortada fora', lembra.
    Após a unificação, Manfred Fischer fundou Centro de Documentação.

    Carolina Iskandarian Do G1 em Berlim - a repórter viajou a convite do governo alemão

    Manfred Fischer tem no escritório quadro com fotos da demolição de igreja pela RDA (ao fundo) (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
    Quando chegou a Berlim, em 1975, o pastor Manfred Fischer, hoje com 61 anos, já "ganhou" uma comunidade religiosa dividida.

    Com a construção do Muro de Berlim, 14 anos antes, a igreja luterana havia ficado do "lado oriental" da Bernauer Strasse (a Rua Bernauer), que foi cortada ao meio pela parede de concreto. Só quem morava naquela metade poderia pisar no templo.

    "Cheguei aqui e tive de lidar com o muro", lembra o pastor, que nunca conseguiu entrar e realizar qualquer celebração na chamada Capela da Reconciliação. Erguido em 1894, o templo acabou demolido em 1985 pela República Democrática da Alemanha (RDA), o governo comunista da Alemanha Oriental.

    Apesar disso, Fischer garante que não ficou tão abalado. "A igreja estava lá, mas não podíamos ir até ela. (A demolição) Não foi uma mudança na nossa vida. Mesmo assim, destruíram a lembrança de que houve um outro tempo."

    Dez anos após a unificação, em 1999, Fischer fundou, na mesma Bernauer Strasse, o Centro de Documentação do Muro de Berlim. Ele fica no "lado oeste da calçada", onde também funcionou a igreja luterana criada para aquela comunidade depois que a Capela da Reconciliação foi separada dos fiéis. O centro reúne exposições e histórias da parede que dividiu a cidade.

    "A ideia do memorial é a de que não vamos esquecer as vítimas", conta. No dia 9 de novembro de 2009, quando se comemoram os 20 anos da queda do muro, está prevista a inauguração ali perto de um centro de visitantes. "É para saudar o público, dar mais infra-estrutura, vai ter biblioteca, projeção de filmes", adianta o religioso.

    Tempos difíceis

    Tristeza e desesperança. Foi isso que Fischer encontrou quando assumiu a comunidade religiosa da região. A Bernauer Strasse foi um dos símbolos claros da divisão. De acordo ele, famílias haviam sido separadas pelo muro, erguido diante da janela dos prédios daquela rua. Desesperados, muitos tentaram fugir para o oeste.

    Foi o caso de Olga Segler, de 80 anos, que pulou do edifício onde morava para cruzar a fronteira. No livro "O Muro de Berlim - Monumento da Guerra Fria", o autor Hans-Hermann Hertle relata que a idosa acabou morrendo em decorrência dos ferimentos. Alguns morreram a tiros, disparados pelos militares da RDA.

    "O muro de Berlim era para manter pessoas isoladas e cortar esperanças de uma vida melhor", afirma. "Lembro a história de uma mãe que morreu no Leste e os filhos (viviam no Oeste) não puderam ir ao funeral. Pessoas tentaram escapar e foram mortas, teve gente que perdeu tudo."

    Milagre

    Fischer vê a queda do muro como um "milagre". Na noite de 9 de novembro de 1989, quando o governo anunciou a abertura das fronteiras entre as duas Alemanhas, ele voltava para casa. Passava das dez horas da noite, e ele achou estranho que os carros cruzavam para o Oeste de Berlim sem serem revistados. "Foi totalmente inesperado, ninguém pensou que isso aconteceria", diz o religioso.

    Para ele, que veio de Frankfurt e conheceu Berlim já dividida, a unificação foi reveladora. "A pior coisa aqui eu não notei. Era uma cidade-metade, como quem tem uma perna cortada fora. Eu sentia isso, mas você convive, como se tivesse nascido com aquilo. Quando o muro caiu, eu vi o que era antes."

    Hoje, uma parte do muro continua erguida na Bernauer Strasse, bem em frente ao Centro de Documentação. O símbolo da guerra ideológica virou ponto turístico. Basta atravessar a calçada para tirar fotos. E agora isso é permitido.

    Fonte G1/ADBrás

     

    August 11

    God, debtor for plus one day!

     
     You wake up of morning work, study, make a mount of things the entire day, night, some things you give certain, to others, you you are not a good part of the glad day and calm and another one is sad and nervous, but what it must be remembered it is that to each part of its day, GOD this together with you helping, you, and you to each day before if lying down pra to sleep think about what happened in its day and says: Obliged God for plus one day. Although the difficulties that we pass, that live, joys, disillusionments, successes, failures, victories and losses, you always searchs force to skirt the situation, a simple defeat is not the end, if you not to give up, therefore you long for new conquests, and the God is always thankful, for being together with we, God always is there stops helping in them, and guiding them in the certain way.
     
    June 21

    Bible Society of Brazil: Literary Contest "200 Years of Louis Braille" has entries extended

           Were extended until July 17 the entries for the general public of the Literary Prize "200 Years of Louis Braille."  The competition is part of the celebrations of the bicentenary of birth of the man who invented the system of reading and writing for the blind. 
    The initiative is the Commission of the Bicentenary of Birth Paulistana of Louis Braille, which is part SBB. The Literary Prize aims to reward unpublished texts written in English, printed in ink or in Braille, which highlight the story of Louis Braille and the impact of its creation in people's lives. 
    Candidates may compete in one or both categories set: Stories and Poetry. Each mode, in turn, is divided by age group: up to 16 years and above 17 years. 
    The inscriptions, together with the delivery of texts, may be made personally or by mail at the following locations: National Headquarters SBB, the Museum of the Bible, both in Barueri (SP), or the Regional Secretariat of São Paulo of the entity, in São Paulo. 
    The literary winners will be chosen by a judging committee of professionals selected by the organization. O anúncio dos premiados se dará em 23 de agosto. The announcement of the winners will be given on August 23. The first three placed in each category and age group medals will be blessed with several publications and kits, plus trophies for the champions.
    Conheça, a seguir, o regulamento do concurso na íntegra e confira os endereços para fazer a inscrição. Know, then, the rules of the competition in full and check the addresses to the application. More information on the Literary Prize "200 Years of Louis Braille" may be obtained through 0800-727-8888 or by e-mail acaosocial@sbb.org.br. 
    LITERÁRIO “200 ANOS DE LOUIS BRAILLE” REGULAMENTO LITERARY AWARD "200 years of Louis Braille" REGULATION
    Artigo 1º) DO PRÊMIO: Article 1) THE AWARD: The Literary Prize "200 Years of Louis Braille is an initiative of the Commission Paulistana Bicentenary of the Birth of Louis Braille.  Its goal is rewarding unpublished texts, written in Portuguese by Brazilian or foreign authors resident in Brazil, in categories or CONTO POESIA, which highlight the life of Louis Braille and the impact of its creation - the Braille method of reading and writing - in the life of people. 
    2) OF CATEGORIES: Each of the categories of Literature Award "200 Years of Louis Braille" will have two sub-categories determined by age. São elas: They are:
    § 1º) Autores com idade acima de 17 anos. § 1) Authors aged over 17 years.
    § 2º) Autores com idade até 16 anos, 11 meses e 29 dias, completados até a data da inscrição. § 2) Authors older than 16 years, 11 months and 29 days, supplemented by the date of registration.
    Artigo 3º) DA INSCRIÇÃO: Cada concorrente poderá inscrever apenas 01 (um) trabalho por categoria: CONTO e POESIA. Article 3) OF REGISTRATION: Each competitor may enter only 01 (a) work by category: CONTO and poetry.
    § 1º) Os textos deverão ser inéditos, não podendo ter sido publicados em meios impressos (no formato de livro) ou eletrônicos. § 1) The text must be unpublished and may not have been published in printed media (in book format) or electronics.
    § 2º) Os textos deverão ser escritos em língua portuguesa, em tinta ou em braile. Paragraph 2) The text should be written in English, in ink or in Braille.
    § 3º) Os trabalhos em tinta deverão ser entregues em papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm), digitados em corpo 14, fontes Arial ou Times New Roman, usando apenas um lado da folha. § 3) Work must be submitted in ink on white paper, A4 (210 mm x 297 mm), typed in body 14, fonts Arial or Times New Roman, using only one side of the sheet. Os trabalhos em braile deverão ser entregues em papel com gramatura 20 ou 40g/m2. The work in Braille should be submitted on paper with 20 or 40g/m2 weight.
    § 4º) Na modalidade poesia, serão aceitos trabalhos com no máximo 03 (três) páginas em tinta ou 06 (seis) páginas em braile. § 4) in poetry form, work will be accepted with a maximum three (03) pages in ink or 06 (six) pages in Braille.
    § 5º) Na modalidade Conto, serão aceitos trabalhos com no máximo 05 (cinco) páginas em tinta ou 10 (dez) páginas em braile. § 5) The method I will accept work with a maximum 05 (five) pages in ink or 10 (ten) pages in Braille.
    § 6º) O autor deverá entregar apenas uma via por trabalho, sem ilustrações. § 6) The author should submit only one way to work without illustrations.
    § 7º) As obras deverão conter apenas Título e Texto. § 7) The works should contain only title and text.
    §8º) Anexado ao trabalho, em folha a parte, deverão constar os dados do autor e, quando menor de 18 anos, também os dados de seu representante legal. § 8) attached to the work in the sheet should contain the data of the author and, when less than 18 years, also the data from your legal representative. Os dados a serem descritos são os seguintes: The data to be described are:
    Nome – Endereço Completo– Telefone – E-mail – Número da Cédula de Identidade – Número do CPF – Idade – Título do Trabalho – Pseudônimo do Autor (se tiver). Name - Full Address-Telephone - Email - Number of ballot Identity - Number of the SFC - Age - Job title - pseudonym of the author (if any). Nome e dados do representante legal (se menor de 18 anos). Name and details of legal representative (if under 18).
    § 9º) As obras deverão estar acondicionadas em envelope. § 9) The works should be placed in envelope.
    Artigo 4º) Dos Prazos e Locais da Inscrição: As inscrições poderão ser realizadas de 30 de março de 2009 a 17 de julho de 2009, pessoalmente ou por correio, nos seguintes endereços: Article 4) Of Time and Place of Registration: Registration will be held on 30 March 2009 to 17 July 2009, personally or by mail at the following addresses:
    § Sociedade Bíblica do Brasil: Avenida Ceci, 706 – CEP 06460-120 – Tamboré – Barueri (SP). § Bible Society of Brazil: Avenida Ceci, 706 - CEP 06460-120 - Tamboré - Barueri (SP).
    § Secretaria Regional da Sociedade Bíblica do Brasil em São Paulo: Avenida Tiradentes, 1.441 – CEP 01102-010 – Ponte Pequena – São Paulo (SP). § Regional Secretariat of the Bible Society of Brazil in Sao Paulo: Avenida Tiradentes, 1441 - CEP 01102-010 - Small Bridge - São Paulo (SP).
    § Museu da Bíblia: Avenida Sebastião Davino dos Reis, 672 – CEP 06414-007 – Vila Porto – Barueri (SP). § Museum of the Bible: Davina Sebastian Avenida dos Reis, 672 - CEP 06414-007 - Vila Porto - Barueri (SP).
    § 1º) A inscrição só será efetivada mediante a entrega da obra escrita e das informações solicitadas, de acordo com o estabelecido no parágrafo 4º. § 1) The registration shall only be effected by delivery of written work and the information requested, in accordance with the paragraph 4.
    § 2º) O número da inscrição será comunicado ao participante, posteriormente, pela Comissão Organizadora do Prêmio. Paragraph 2) The number of registration will be communicated to the participant, later, by the Organizing Committee of the Award.
    Artigo 5º) Das Responsabilidades: Ao se inscrever, o autor ou seu representante legal, automaticamente, concorda com as normas do Prêmio de Literatura “200 Anos de Louis Braille” e concede, à Comissão Paulistana do Bicentenário de Louis Braille, o direito de publicação dos trabalhos, assumindo total responsabilidade por eventual plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na lei. Article 5) of responsibility: When you sign up, the author or his legal representative, automatically, agrees with the rules of the Prize in Literature "200 Years of Louis Braille and grants, the Commission Paulistana the Bicentenary of Louis Braille, the right of publication work, assuming full responsibility for possible plagiarism, copying and other crimes unjustified in law.
    Artigo 6º) Do Julgamento: A Comissão Julgadora será formada por profissionais habilitados para analisar os trabalhos, selecionados pela organização do evento. Article 6) the trial: The Judging Committee will be composed of qualified professionals to review the work, selected by the organization.
    Artigo 7º) Da Premiação: Os vencedores de cada uma das categorias serão anunciados em 23 de agosto de 2009. Article 7) of the awards: The winners of each category will be announced on August 23, 2009.
    § 1º) A classificação final será comunicada pelos meios de comunicação disponíveis – sites, portais, imprensa etc. § 1) The final classification will be communicated by the media available - sites, portals, media etc.. –, além de ser disponibilizada no site da Sociedade Bíblica do Brasil: www.sbb.org.br . - In addition to being available on the website of the Bible Society of Brazil: www.sbb.org.br.
    § 2º) A premiação será oferecida de acordo com a categoria e suas respectivas divisões, assim distribuídas: § 2) The award will be offered according to category and their respective divisions, thus distributed:
    A) CONTO A) CONTO
    Autores com idade superior a 17 anos Authors aged over 17 years
    1º Lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações 1st Place: Trophy, Medal and a kit containing publications
    2º e 3º Lugares: Medalha e um kit contendo publicações 2nd and 3rd places: Medal and a kit containing publications
    Autores com até 16 anos, 11 meses e 29 dias Authors with up to 16 years, 11 months and 29 days
    1º Lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações 1st Place: Trophy, Medal and a kit containing publications
    2º e 3º Lugares: Medalha e um kit contendo publicações 2nd and 3rd places: Medal and a kit containing publications
    B) POESIA B) POETRY
    Autores com idade superior a 17 anos Authors aged over 17 years
    1º Lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações 1st Place: Trophy, Medal and a kit containing publications 
    2nd and 3rd places: Medal and a kit containing publications 
    Authors with up to 16 years, 11 months and 29 days
    1º Lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações 1st Place: Trophy, Medal and a kit containing publications
    2nd and 3rd places: Medal and a kit containing publications
    Artigo 8º) Das Disposições Gerais: Article 8) the General Provisions:
    § 1º) As obras inscritas não serão devolvidas a seus respectivos autores. § 1) The works entered will not be returned to their respective authors.
    § 2º) A decisão da Comissão Julgadora é irrecorrível. Paragraph 2) The decision is unappealable Judging. 
    § 3) is the judging commission reserved the right to withhold, in whole or in part, said the awards in this competition is based on the number of entries is the quality of the texts presented. 
    § 4) cases will be resolved as lacking understanding of the Organizing Committee.
    June 13

    Confira a trajetória de Kaká, um dos evangélicos mais famosos do mundo

          

    Kaká desafia o modelo do jogador moderno, e a etiqueta de “galáctico” não será totalmente compatível para ele, que na segunda-feira se transferiu oficialmente do Milan para o Real Madrid.

    Evangélico praticante, ele em geral evita festas com celebridades e não se preocupa muito com a imagem, expressando-se no gramado com uma habilidade fascinante e piques eficientes.
    A dedicação à técnica ajudaram o ex-são-paulino de 27 anos a ganhar a Bola de Ouro e o prêmio de melhor do mundo da Fifa em 2007, quando marcou dez gols na campanha que levou o Milan ao seu sétimo título europeu.
    Kaká, que trocou o tricolor do Morumbi pelo rubronegro milanês em 2003, está muito associado ao Milan, mas a relação parece desgastada depois da quinta posição da equipe no Campeonato Italiano de 2008 e da terceira colocação na atual temporada.
    Ao contrário de tantos colegas, ele rejeitou em janeiro uma megaoferta do ainda inexpressivo Manchester City. Já o poderio do Real sempre o seduziu. Há dois anos, o Milan admitiu que o pai dele havia conversado com o time espanhol, e os rumores sobre uma eventual transferência nunca se dissiparam.
    Kaká disse que ficaria no San Siro enquanto compartilhasse as metas do clube, mas dois fatos recentes mudaram a situação.
    A volta de Florentino Pérez à presidência do Real alimentou as expectativas de uma nova era “galáctica” para o clube, enquanto a ida do treinador Carlo Ancelotti do Milan para o Chelsea deixou o brasileiro “órfão” de um mentor.
    “Ele me fez virar um grande. Foi ele quem me abriu as portas do mundo”, disse Kaká antes de o também brasileiro Leonardo ser indicado novo técnico do Milan, na semana passada.
    A forma do meia nesta temporada tem sido prejudicada por uma série de pequenas contusões, e ele ficou ligeiramente frustrado por ter tido de mudar de posição para acomodar a entrada de Ronaldinho no time.
    Apesar da sua personalidade tímida, Kaká começou a mostrar um lado mais impositivo, e a seu pedido foi dispensado da seleção que venceu a Copa América em 2007, para descansar.
    Além disso, ele passou a aparecer em mais anúncios e reportagens de revistas, inclusive falando abertamente da sua defesa da virgindade. Quando deixar o futebol, diz que pretende virar pastor.
    Fonte: AE / Gospel+
    Via: Notícias Cristãs
    December 01

    O BATISMO

     

    o_bom_pastor

    O batismo significa ser lavado ser enterrado (ser imerso) e, no sentido espiritual, transferir pecado por meio da imposição das mãos, como foi feito no Antigo Testamento.

    No Novo Testamento, O batismo de Jesus, por João Batista, foi para limpar todos os pecados do homem. 'O batismo de Jesus' significa que Ele tirou os pecados do homem, a fim de limpar os pecados do mundo.

    Jesus foi batizado por João Batista, o representante de todos os seres humanos e o sumo sacerdote na tradição de Arão, e assumiu todos os pecados do homem. Isso foi o objetivo do Seu batismo.

    Nas palavras 'o batismo de Jesus' está o significado espiritual de 'transferir para, ser enterrado.' Isso significa que todos os pecados foram transferidos para Jesus e que Ele foi julgado no lugar do homem. Para salvar a humanidade, Jesus tinha de tirar os pecados do homem e morrer por eles.

    Assim, a Sua morte é também a sua e a minha morte e a de todos os pecadores do mundo; e a Sua ressurreição significa a ressureição de todos os homens. Seu sacrifício representa a salvação dos pecadores, enquanto que o Seu batismo representa o testemunho da lavagem de todos os pecados da humanidade.

    A Bíblia nos diz: "Figurando o batismo, agora também vos salva" (1 Pedro 3:21). O batismo de Jesus é a maneira justa para salvar os homens através da remoção de todos os seus pecados.
                

    August 25

    A PALAVRA

    Praticantes da palavra

    Saibam isto, irmãos: é melhor ouvir muito e falar pouco. E também ser lento em se irritar.

    Porque não é com zanga que se cumpre a justiça de Deus.

    Por isso, desembaracem-se de tudo o que é sujo e mau, e recebam com um espírito dócil a palavra que foi semeada nos vossos corações e que pode salvar as vossas almas.

    A questão é que cumpram efectivamente o que essa palavra vos diz, e que não se limitem a ouvir. Porque, se não, correm o risco de se iludirem.

    Porque quem se contenta com ouvir a palavra de Deus, e não procura pô-la em acção, é como alguém que se observa a um espelho e

    logo se afasta, esquecendo-se de como estava.

    Aquele, porém, que presta uma atenção cuidadosa à lei perfeita de Deus, que nos torna livres, não sendo ouvinte que facilmente esquece, mas que cumpre o que ela lhe diz, esse tal terá a bênção de Deus em tudo.

    Se alguém diz ser religioso e afinal não é capaz de travar a sua língua, engana-se a si mesmo; a sua religião não vale nada.

    Mas a verdadeira religião, aos olhos de Deus, pura e sem falhas, consiste em amparar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações. Consiste também em não se deixar influenciar pela corrupção do mundo.

     

    June 15

    Caminho mais excelente!

                                   O amor é o dom supremo

      Mas deixem-me mostar-vos o caminho mais excelente!

     

    Ainda que eu falasse as línguas dos homens ou até mesmo dos anjos, mas não fosse capaz de amar os outros, não seria mais do que um instrumento de fazer barulho.

         Se eu tivesse o dom de falar em nome de Deus, e se soubesse os mistérios do futuro e se conhecesse tudo acerca de tudo, mas não amasse os outros, de que me serviria isso? E até mesmo que tivesse fé de forma a poder falar a uma montanha e fazê-la deslocar-se, isso não teria valor algum sem o amor.

         Ainda que desse tudo aos pobres, ainda que deixasse que me queimassem vivo, mas se não amasse os outros, eu não teria nenhum valor.

        O amor é paciente e bondoso. Não é invejoso, nem orgulhoso; não é arrogante, nem grosseiro. O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço e dificilmente suspeita do mal que os outros lhe possam fazer.

        Nunca fica satisfeito com a injustiça, mas alegra-se com a verdade.

        O amor nunca desiste, nunca perde a fé, tem sempre esperança e perseveraP em todas as circunstâncias.

        Todos os dons e capacidades especiais que vêm de Deus terminarão um dia, porém, o amor há-de sempre continuar. Um dia, tanto a profecia, como o falar línguas desconhecidas, como a sabedoria espiritual, todos esses dons desaparecerão.

        Nós agora sabemos muito pouco, mesmo com a ajuda desses dons especiais; e até a pregação mais inspirada é ainda muito imperfeita.

        Mas quando chegar o que é perfeito, estes dons especiais desaparecerão.

        É assim: quando eu era criança, falava, pensava, raciocinava como uma criança. Mas quando me tornei adulto deixei as coisas de criança.

                                    
    May 31

    Tesouros do coração

        
         

    TESOUROS DO CORAÇÃO

     

    Percorrendo a Bíblia, verificamos prioridades diferentes para pessoas que queriam alcançar o mesmo objetivo de viver eternamente com Deus.

    O tesouro de Coré, Datã e Abirão era o poder sobre o povo de Deus. O tesouro de Moisés era fazer a vontade do Senhor. (Números 16)

    O tesouro de Saul se concentrava em agradar o povo e manter-se aceito por ele. O tesouro de Davi estava em se tornar um homem agradável ao seu Criador. (1Samuel 13.8-13)

    O tesouro de Marta estava em seus afazeres domésticos, enquanto que o de Maria era estar aos pés de Jesus, aprendendo com Seu Senhor. (Lucas 10.38-42)

    O tesouro de Geazi era, literalmente, acumular riquezas e obter ganhos aqui nesta terra. O de Eliseu era ser obediente ao seu Senhor e cheio do Espírito Santo (2Reis 5.20-27)

    O tesouro de Eli era simplesmente manter seu ministério sacerdotal, mesmo que sua casa permanecesse completamente fora da presença de Deus. O tesouro de Samuel era ouvir e atender à voz de Deus. (1Samuel 3.12-14)

    E tantas outras comparações podem ser feitas através da Bíblia entre pessoas que escolheram os encantos deste mundo e pessoas que escolheram uma vida em unidade com Deus.

    O mais interessante é que tanto estas como aquelas professavam Deus como o seu Senhor. Mas só as que realmente voltaram seus corações aos tesouros do Céu enquanto viviam aqui na terra é que foram contempladas por Deus com honras incomparáveis:

    Moisés foi um profeta qual nunca houve em Israel, a quem Deus viu face a face (Deuteronômio 34.10-12).

    Davi realmente foi um homem segundo o coração de Deus, digno de ser ungido rei sobre o povo mais caro do mundo – o povo de Israel (1Samuel 13.14; 2Samuel 7.8).

    Maria foi a primeira pessoa a se encontrar com Jesus após a ressurreição (João 20.11-18).

    Eliseu recebeu porção dobrada do espírito de Elias e tornou-se um santo homem de Deus (2Reis 2.9-11 e 4.9).

    Samuel foi confirmado como profeta do Senhor desde criança, diante de todo Israel, e nenhuma de suas palavras o Senhor deixou cair em terra (1Samuel 3.19-20).

    E o próximo parágrafo desta relação está reservado para contar o desfecho da sua história. Como ele poderia ser escrito?

    Faça uma reflexão hoje, e verifique o que você tem entesourado em seu coração. Quais são as suas prioridades? E os seus valores, em que estão firmados? Em que você tem ocupado seu tempo e com que finalidade tem traçado seus objetivos de vida?

    Deus nos dá essa oportunidade de revermos nossos tesouros hoje, para que possamos também ter nossos nomes inclusos no rol de pessoas que prefiram mais o Céu do que este mundo e, por isso, foram dignas de receber galardão de glória.


    Oremos:
    O meu coração se volta para Ti, Senhor, e Te entroniza como o Grande Rei de tudo o que tenho e sou. Pai, eu sei que tenho necessidades físicas e materiais aqui, e confesso que, às vezes, fico cuidadoso quanto ao que possa acontecer. Mas entrego tudo hoje em Tuas mãos, e me esforçarei para não desejar mais este mundo do que a vida eterna Contigo. Podes guardar dentro de mim os tesouros do Céu, as dádivas de um caráter como o de Cristo e das aspirações que priorizam a Tua Glória. Não quero apenas professar Teu nome. Quero viver como um verdadeiro cidadão do Céu. No nome do Bem mais valioso que eu tenho – o meu Amado Salvador Jesus, eu Te busco agora e para sempre. Amém.

                                                     

    May 18

    Hijo unigênito

    Amó al mundo
    ''Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado a su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna''. Juan 3:16.
    May 11

    SEMPRE HÁ UM PROPÓSITO

       
       
    LÓGICA ILÓGICA


    Problemas de maiores ou menores proporções surgem a todo instante em nossas vidas e cada um de nós têm uma maneira pessoal para lidar com eles. Algumas pessoas simplesmente desistem de lidar com eles, pelo simples fato de não compreenderem suas causas.

    Meditando sobre Pedro e sua reação diante dos soldados que prenderiam Jesus no Getsêmani, podemos obter um novo retrato sobre a nossa fragilidade e limitação.

    Quando o problema surgiu diante de Pedro, sua primeira reação foi lutar contra ele com seus próprios meios. Com velocidade e precisão, na tentativa de defender Jesus, o discípulo desembainhou sua espada e, com uma manobra digna de elogios, zap! ...deixou Malco, um dos soldados da guarda envergonhado, dolorido e sangrando.

    Pedro cortou a orelha do soldado com sua espada. E às vezes eu fico pensando: “Por que Pedro não tentou degolar o soldado em vez de amputar-se a orelha? Quem sabe se cortasse-lhe o pé, ou a mão, mas... a orelha?” , pois a falta da orelha ao impediria Malco de continuar lutando para cumprir sua missão de prender Jesus.

    Segundo a narrativa de João (18.4-10) – que também esteve presente nesse episódio, os soldados estavam ajoelhados diante de Jesus quando Pedro tirou sua espada e atacou Malco (v.10). É bem provável que Pedro tenha se aproveitado da situação, do fato de estar do lado de Jesus e ver o inimigo, literalmente, prostrado diante do Rei, para tentar dominá-lo.

    Talvez tenha se passado pela cabeça de Pedro algo assim: “Ei! Eu tirei a orelha dele e nós podemos tirar as orelhas de vocês também! Não brinquem conosco, pois Jesus está aqui!”. Independente, porém, do que Pedro tenha pensado, uma coisa é certa: Pedro pensou que aquele pequeno grupo de discípulos que acompanhava Jesus poderia vencer uma multidão inteira armada com espadas e porretes, cheia de fúria (João 18.3; Lucas 22.52; Marcos 14.43). Tanto que logo sacou sua espada e enfrentou um dos soldados (Lucas 22.49-50).

    Semelhanças para com a nossa maneira de pensar e agir diante dos nossos problemas não são meras coincidências, mas fatos reais que se repetem como um ciclo vicioso.

    Pelo fato de sermos cristãos, carregamos o nome de Cristo e muitas vezes acreditamos que temos todo o domínio das situações; acreditamos que sempre e sempre o mal será derrotado diante de nós. Confiamos tanto que a presença de Jesus inibirá completamente o agir do mal, que a qualquer instante estamos aptos a sacarmos nossas espadas e cortarmos as orelhas dos que nos perseguem ou aborrecem. Que regozijo para nós é vê-los sangrando e se sentindo humilhados, ajoelhados à nossa frente!

    Seria realmente um triunfo, se não fosse uma tragédia!

    Confiar que nossa condição de seguidores de Cristo nos isenta do agir do mal, nos livra de todas as doenças e das perseguições é uma lástima que tem dominado muitas mentes e corações embaçados pela nuvem do “paternalismo divino”, que prega a filosofia sobre um “Deus bonzinho, que jamais expõe Seus filhos ao sofrimento, pois Ele é puro amor!”

    Mas veja as palavras de Jesus a seguir:

    “Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Ou pensas tu que Eu não poderia agora orar a meu Pai, e que Ele não Me daria mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça?” (Mateus 26.52-54)

    Jesus poderia ser socorrido. Para Deus, nada seria (nem é) impossível. Mas havia um plano, um propósito a se cumprir que Pedro desconhecia. A presença de Jesus não inibiu o agir do mal naquele momento. Mas, ao contrário, permitiu-lhe, inclusive, ser vitorioso por um período de tempo:

    “Tenho estado todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra Mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas.” (Lucas 22.53)

    Outra vez...

    “Eu estava com vocês todos os dias no pátio do Templo, e vocês não tentaram Me prender. Mas esta é a hora de vocês e também a hora do poder da escuridão.” (Lucas 22.53 – NTLH)

    Tratava-se uma vitória temporária das forças do mal (1Coríntios 2.8); a vitória final pertence a Deus (João 1.5; Colossenses 1.13).

    E quando isso acontece conosco, isto é, quando oramos, jejuamos, consagramos, imploramos, determinamos, esperamos... e nada acontece? E quando Jesus nos diz que nossa espada não mudará os planos de Deus? E quando nossa ação não inibe o agir do mal nem estimula Cristo a Se manifestar a esse favor?

    E quando aquela situação desconfortável não muda, por mais crentes que sejamos? E quando não recebemos a cura daquela triste doença, por mais fé que tenhamos? Será mesmo que temos base bíblica para sustentar que Deus não Se importa? Será mesmo que Deus Se esqueceu?

    Não é o que parece, conforme nos explica Jesus:

    “...Não beberei Eu o cálice que Meu Pai Me deu?” (João 18.11)

    Eclesiastes 3.1 diz que para tudo há um tempo e um propósito. Se Deus deu essa missão para Cristo, algum porquê havia. E nós, que fomos alcançados por Sua maravilhosa Graça, conhecemos bem esse porquê:

    “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

    Conosco não é diferente. Se Deus expôs o Seu Ungido de tal maneira para que um propósito tão necessário fosse concretizado, não nos sujeitaria também à prova, à espera, para realizar grande obra em nós ou através de nós também? Ora, “na verdade... não é o servo maior que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou” (João 13.16). São palavras de Jesus: “...Se a Mim Me perseguiram, também vos perseguirão; se guardaram a Minha palavra, também guardarão a vossa” (João 15.20). Se Jesus foi provado no deserto, também nós seremos. Se Jesus sofreu, também nós sofreremos. Se Jesus foi exaltado por Deus, também nós seremos se ao nosso Senhor, assim como Jesus, também permanecermos fiéis.

    Não foi a fé de Pedro que falhou. Foi a sua maneira de interpretar e responder ao problema que estava errada. Havia um propósito de Deus e, antes de atacar o soldado, Pedro deveria ter atentado para isso e procurado conhecer melhor esse propósito. Cristo, em outras ocasiões anteriores, lhe alertou sobre tal.

    A vitória de Jesus não consiste em vencer pessoas, mas sim o mal que atua nelas.

    Malco era um mandado, submisso às ordens dos seus superiores. Jesus o amava e sabia dessa sua condição. Por isso, curou sua orelha e não permitiu a Pedro ser honrado naquela situação mais do que o seu problema (Lucas 22.50-51).

    O gigantesco problema espiritual do mundo inteiro estava lá e tinha que ser enfrentado de frente, mas não com espadas nem pela força dos braços dos discípulos ou de Jesus. A coragem de Jesus não estava em fugir mas em enfrentar o inferno e a morte para resolver o problema que nós não poderíamos resolver. E, embora Jesus estivesse prestes a sofrer fisicamente tantas dores, o propósito principal era curar os nossos espíritos. Em vez de escolher salvar aquele pequeno grupo de discípulos, Jesus escolheu salvar a humanidade. Levaria algum tempo até que os seguidores de Cristo compreendessem isso. Mas aconteceu. Aleluia!

    Às vezes leva muito tempo para nós também entendermos os propósitos de Deus ao permitir determinadas situações adversas nos alcançarem, nos atingirem. Diante de cada uma delas, antes mesmo de usarmos o nome de Cristo para tentarmos reverter o quadro, devemos, com atenção espiritual, sabedoria e discernimento, buscar do Senhor a lição que Ele pretende nos dar através de tal permissão e também graça para suportarmos o dia da angústia com gozo no Senhor e esperança na Sua Palavra, “pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que Ele chamou de acordo com o Seu plano.” (Romanos 8.28 - NTLH)

    Sem sabedoria e sem humildade para conhecer mais sobre a vontade de Deus, Pedro lutou com sua espada, por alguns instantes teve a sensação de gozo, foi envergonhado, viu o mal vencer como se fosse infalível, perdeu as forças e negou Jesus por três vezes seguidas, até, então, ser despertado a olhar para dentro de si mesmo e verificar, com grande amargor na alma, a necessidade da mudança no seu interior.

    Mais alguns dias e Pedro entenderia que era verdadeiramente necessário que Jesus morresse.

    Muitas outras pessoas não têm a mesma paciência. É a triste realidade de quem se precipita em julgar Deus e desvalorizar a Sua inteligência, por falta de paciência em esperar ou pela insuficiência de forças para suportar aquilo que desconhece, ainda que essa realização não aconteça aqui nesta vida, mas na vindoura. São pessoas imediatistas, que buscam glórias (menores ou mais significantes) aqui e não vivem com vistas à eternidade.

    Nem sempre os porquês de Deus são explicáveis realmente. Mas nem por isso devemos abandonar nossa fé no Senhor e deixar o Seu propósito para nós, pois o quesito fundamental para sujeitar-nos a vivermos essa “lógica ilógica” é a fé que Deus deu a cada um de nós (Romanos 12.3). Sem ela, jamais poderemos suportar e esperar a providência divina para nossas vidas.

    “Alegrem-se por isso, se bem que agora é possível que vocês fiquem tristes por algum tempo, por causa dos muitos tipos de provações que vocês estão sofrendo. Essas provações são para mostrar que a fé que vocês têm é verdadeira. Pois até o ouro, que pode ser destruído, é provado pelo fogo. Da mesma maneira, a fé que vocês têm, que vale muito mais do que o ouro, precisa ser provada para que continue firme. E assim vocês receberão aprovação, glória e honra, no ia em que Jesus Cristo for revelado.” (Palavras de Pedro: o mesmo que negou Jesus três vezes seguidas, o mesmo que não compreendia o grande propósito de Deus para o mundo! - 1Pedro 1.6-7)

    Já vi alguns crentes questionando Deus acerca do sofrimento a que outras pessoas, aparentemente tão corretas, ao submetidas.

    Não quero ter uma resposta para tudo, mas há algumas explicações cabíeis: muitas vezes o sofrimento é conseqüência dos nossos erros do passado. O pecado é perdoado e somos isento da sua condenação (Romanos 8.1), mas as conseqüências dele ficam e nós devemos arcar com cada uma delas (Provérbios 26.27).

    Outras vezes, há lições, preciosos ensinamentos que o Senhor sabe serem necessários nos transmitir, a fim de moldar nosso caráter e nos tornar filhos mais parecidos com Ele:

    “Eu repreendo e castigo todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.” (Apocalipse 3.19)

    “...Não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da Sua repreensão. Porque o Senhor repreende aquele aquém ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.” (Provérbios 3.11-12)

    “Dirige os meus passos nos Teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.” (Salmos 17.5)

    “O Senhor prova o justo...” (Salmos 11.5a)

    Há, ainda, a responsabilidade de Deus provar um justo para revelar Sua glória e convencer um injusto. Pessoas fiéis e crentes em Deus sabem que Ele tem um motivo, ainda que desconhecido, para permitir qualquer acontecimento em nossas vidas. Muitas vezes, realmente, esses motivos desafiam nossa fé, mas não podem desativá-la se atentarmos sempre para o fato de que Deus nunca perde o controle de situação alguma.

    Para um justo é mais fácil suportar uma provação, mesmo que venha por razões alheias ao seu entendimento, porque pessoas verdadeiramente convertidas a Deus não negam sua fé no Altíssimo, mas buscam nEle as forças e a sabedoria que precisam para suportar.

    Com o passar do tempo, Deus realiza milagres, Sua glória e poder Se manifestam e vidas incrédulas percebem a grandeza de Deus, geralmente se rendendo a Ele e à Sua maravilhosa Graça. É como se Deus estivesse agindo por tabelinha para alcançar a vida de um ímpio, pois se o fizesse diretamente, pela falta de sabedora e de fé dos incrédulos, certamente o Senhor os perderia de vez.

    Paulo fez colocações desse tipo em muitos versos da Bíblia, como:

    “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus Cristo para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus.” (Atos 20.24)

    “Porque pra mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé.” (Filipenses 1.21-25)

    O sofrimento a que o apóstolo era submetido tinha também o motivo de ajudar as pessoas a se encontrarem e se firmarem no Evangelho salvador de Jesus.
    O próprio Jesus foi submetido a isso. Ele é justo, santo, puro, sem pecado algum, mas foi submetido às piores ações do mal em favor da humanidade:

    “Ele foi rejeitado e desprezado por todos; Ele suportou dores e sofrimentos sem fim. Era como alguém que não queremos ver; nós nem mesmo olhávamos para Ele e O desprezávamos. No entanto, era o nosso sofrimento que Ele estava carregando, era a nossa dor que Ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das Suas próprias culpas que Deus O estava castigando, que Deus O estava maltratando e ferindo. Porém, Ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que Ele sofreu, somos sarados pelos sofrimentos que Ele recebeu. (...) O meu Servo não tem pecado, mas Ele sofrerá o castigo que muitos merecem, e assim os pecados deles serão perdoados.” (Isaías 53.3-5,11b - NTLH)

    Pedro não prestou atenção nesse caso e, por isso, precipitou-se em “socorrer” Jesus da situação horrenda a que seria submetido pelas próximas horas.

    Quando, finalmente, Pedro olhou para si mesmo e viu que tudo foi para que houvesse mudança nele também, então o discípulo compreendeu que os planos de Deus, ainda que incompreensíveis, devem ser aceitos, pois nossos pecados, nossas limitações, muitas vezes nos impedem de compreender que Deus é o Santo, o Senhor, e que os Seus propósitos são necessários e indiscutíveis. Se não conhecermos os Seus porquês aqui neste mundo, certamente os descobriremos na eternidade. Foi por isso e desde então que Pedro dedicou seus dias a anunciar o amor e o perdão de Deus ao mundo, a ponto de morrer por isso.

    “Eloí, Eloí, lama sabctâni?” (Marcos 15.34a)

    “Deus Meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?” (Marcos 15.34b)

    Esse foi o clamor de Cristo, quando nem Ele entendeu o motivo de Deus ter Lhe desamparado. Contudo, ele levou Sua cruz até o fim e não Se desviou da presença do Pai.

    Mesmo ali, em Seus últimos minutos de vida, e sem motivos aparentes para que Deus O tivesse desamparado, foi nas mãos dEle que Jesus preferiu entregar o Seu espírito, pois não há lugar mais seguro, nem mais certo nem mais necessário em que podemos estar, se não nas mãos de Altíssimo Deus.

    Que esse ensinamento seja um modelo sempre seguido com honra por cada um dos filhos de Deus, em todos os seus momentos, seja a lógica revelada a nós ou simplesmente um desafio à nossa fé.

    Amém.

    Confissão de Fé

     
       

    ~ Em Que e em Quem Creio? ~

    Creio na Bíblia, a Santa Palavra verbalmente inspirada pelo Espírito Santo, como a Palavra de Deus infalível, a única autoridade para a fé e a conduta cristãs;

    Creio no Deus Trino, representado por Pai (Jeová), Filho (Jesus Cristo) e Espírito Santo (Consolador);

    Creio na existância de satanás, chamado diabo, no seu atual controle sobre a humanidade não arrependida, e na sua intenção de destruir a Igreja do Senhor Jesus;

    Creio na queda e no estado perdido do homem, cuja total depravação torna necessário o novo nascimento em Cristo Jesus;

    Creio na divindade de Jesus Cristo, no Seu nascimento virgninal, na Sua morte e na Sua ressurreição física, na Sua presente exaltação à direita de Deus e na Sua volta pessoal, preliminar e iminente;

    Creio nos feitos miraculosos e maravilhosos de Jesus Cristo pessoalmente em vida e através do Seu nome após Sua morte, inclusive ainda nos dias de hoje, segundo o que foi descrito pela Bíblia;

    Creio na expiação dos pecados através da morte substitucionária de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e do derramamento do Seu sangue como sacrifício definitivo e suficiente para nos aproximar de Deus e nos purificar de todo o pecado;

    Creio na salvação obtida, pela Graça de Deus, através da fé, e n?o através das nossas próprias obras;

    Creio na ressurreição dos salvos para a vida eterna no Céu;

    Creio na vida eterna ao lado de Deus, na Cidade Santa, livre de toda sorte de dor e pecado;

    Creio na Igreja como o Corpo e a Noiva de Cristo, formada apenas por aqueles que experimentaram o novo nascimento, pelos quais Ele agora faz intercessão no Céu e para os quais Ele voltará outra vez;

    Creio em Jesus Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens e o único nome ao qual se deva prestar devoção e honras;

    Creio na Grande Comissão de Cristo para a Igreja de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura, batizando e ensinando aqueles que crerem;

    April 06

    PAI NOSSO

     

     

     

                          A Oração Conhecida Como Pai Nosso

     

    Ainda que o alvo específico do “Pai-nosso” seja o remanescente judeu dos dias vindouros, essa oração representa uma força moral que não devemos desconsiderar. Todavia, há o perigo de fazer dela uma oração formal para ser decorada e repetida. Não era essa a intenção do senhor Jesus ao propô-la. Por meio dela aprendemos importantes princípios aplicáveis à vida cristã. Ela é divinamente perfeita e boa. Compreendê-la com clareza nos trará grande proveito.

    kemp missões - Oração Eficaz

     
       

    De início quero citar o seguinte acontecimento, que ilustra muito bem a oração eficaz:

    Em um país do ex-bloco comunista o prefeito de uma pequena cidade lançava olhares invejosos em direção a um centro cristão de reabilitação. Ele espalhou calúnias para prejudicar os cristãos e para atrair medidas restritivas do Estado contra os cristãos. Ele teve sucesso? Sim, o trabalho e o raio de ação do centro de reabilitação foram reduzidos. Ele publicou resoluções que prejudicaram o centro. Ele tinha a esperança do centro ser fechado algum dia e esperava que nessa ocasião fosse receber toda a propriedade para fazer dela um asilo estatal. Será que com isso ele não iria conseguir muitos elogios da direção do Partido Comunista? Sem dúvida, mas tratava-se de um caso de evidente injustiça!

    O que um cristão deve fazer em uma situação dessas? Ele deve organizar uma manifestação? Deve enviar uma carta de protesto ao redator-chefe do jornal local criticando a injustiça cometida? Ou será que ele deve resistir ao cumprimento das restrições? Ou será que ele deve ocupar a prefeitura acompanhado de seus colaboradores e não sair dali até que tudo tenha sido resolvido a seu contento? Não se precisa de muita fantasia para imaginar onde esse comportamento teria conduzido os cristãos em um país comunista.

    Mas como foi que aqueles cristãos dominaram a situação? Eles aceitaram as restrições sem reclamar. E eles começaram a orar. O diretor do centro passou uma noite inteira em oração... e não tomou outra iniciativa qualquer, mas simplesmente confiou na proteção do Senhor.

    Mas eis que uma série de fatos incomuns começou a acontecer. Um farmacêutico comunista da cidade ficou irritado com o prefeito e fez queixa em instâncias superiores argumentando que as restrições impostas ao centro de reabilitarão eram infundadas. Operários da fábrica local se desentenderam com o prefeito e declararam inválida sua assinatura na resolução. Alguns dias depois, o prefeito apareceu no centro de reabilitação, pediu desculpas pelos transtornos e ao mesmo tempo suspendeu todas as restrições que havia imposto.

    Nesse acontecimento, a luta espiritual, a estratégia espiritual, as armas espirituais e a vitória espiritual tomaram forma concreta. ("In Bildern reden", Heinz Schäfer)

    Todo verdadeiro filho de Deus anseia orar de maneira eficaz. Quais são as condições para isso? Em Tiago 5.16-17 somos conclamados: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou com instância para que não chovesse sobre a terra, e por três anos e seis meses não choveu."

    Justiça isolada não basta

    "Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo..." O pré-requisito para que Deus nos ouça é sermos justos, e temos essa justiça única e exclusivamente em Jesus Cristo.

    Justiça significa viver e agir exatamente da maneira que Deus aprova. Jesus Cristo foi a única pessoa sobre a terra que andou de modo tão perfeito nos caminhos do Senhor que Deus pôde lhe dar Sua plena aprovação. A justiça, assim como a Bíblia a entende, é concedida a todos os que crêem no Senhor Jesus: "Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê" (Rm 10.4).

    A Bíblia fala de Abraão e diz que ele creu em Deus e que isso lhe foi imputado como justiça (Tg 2.23). Essa justiça de Abraão mostrou seus frutos na maneira de viver de Abraão. Ela trouxe resultados; não era estática, mas muito dinâmica. E nós sabemos que as orações de Abraão foram atendidas pelo Senhor.

    Igualmente a justiça que nós temos através de Jesus precisa ter conseqüências em nossa vida para que o Senhor possa ouvir as nossas orações. É uma justiça que se torna ativa. Se a justiça que Jesus nos proporciona não se refletir em nossa vida prática, nossas orações ficarão sem poder.

    "A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos..." (A Bíblia Viva). Isso não significa nada mais do que a justiça que Jesus nos dá produzindo seus frutos e resultados maravilhosos na prática. A oração do justo tem conexão com fervor e seriedade; ela não é um ato isolado. E orar com fervor é uma das coisas que têm sua origem na justiça que recebemos através de Jesus!

    Justiça dinâmica – oração que pode ser atendida

    "A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos". Isso significa que, por um lado, a oração do justo tem que ser eficaz, mas também que existem orações que não têm efeito – e isso pode acontecer mesmo depois de já termos sido justificados por Jesus.

    O que realmente faz parte da oração eficaz de um justo?

    1. Disposição fraternal de perdoar

    "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados" (Tg 5.16a). Essa afirmação está intimamente ligada com a frase: "A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos." Uma oração só pode ser fervorosa quando também existe fervor e sinceridade nos relacionamentos entre os irmãos em Cristo. Talvez muitas orações não sejam atendidas pelo Senhor porque existe discórdia entre os irmãos, porque se guarda rancor no coração e porque não existe disposição de perdoar o próximo e de confessar os pecados uns aos outros.

    Quando a Bíblia nos exorta e diz: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros...", geralmente existe culpa em ambos os lados, por ambos terem se tornado culpados dentro de um relacionamento. E isso deve ser consertado por ambas as partes envolvidas, com as duas pessoas buscando o diálogo, confessando os pecados e voltando a orar uma pela outra.

    A Bíblia ensina: "E, quando estiverdes orando, se tendes alguma cousa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celeste não vos perdoará as vossas ofensas" (Mc 11.25-26). A justiça de Jesus não pode se tornar manifesta onde existem conflitos e onde não existe a disposição sincera de um perdoar ao outro.

    Há, por exemplo, brigas em uma família. Duas irmãs não se entendem. Talvez exista inveja entre elas. Ou é um casamento que não funciona direito, um cônjuge vive afastado do outro ao invés de viverem lado a lado e de viverem um para o outro. Ou pensemos na situação dentro da igreja: simplesmente não conseguimos nos relacionar com um certo irmão ou com uma certa irmã. Em certos assuntos temos opiniões diferentes. E então foram ditas palavras não muito amáveis. Agora, tudo o que o outro faz é questionado e posto em dúvida. E como é rápido pecar com os lábios falando mal do próximo para que a gente pareça melhor.

    Mas o pior de tudo é quando não se consegue de jeito nenhum iniciar uma conversa franca e aberta, não consegue se aproximar do outro para confessar o próprio comportamento errado e quando não conseguimos nos humilhar pelos nossos erros. Se a gente fizesse isso, o outro poderia se sentir vitorioso, não é? Ou já temos uma desculpa pronta de antemão: "Com ele não adianta mesmo falar". E é assim que o pecado continua existindo dentro da igreja. Talvez procuremos ignorar o fato, reprimindo a lembrança do mesmo quando vem à nossa mente ou argumentando que a coisa não é tão grave assim, mas o pecado continua sem ter sido perdoado. Mas onde não aconteceu perdão, o pecado continua a persistir, assim como a Bíblia o diz: "Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende" (Jo 9.31).

    Queridos irmãos, nós todos desejamos que nossas orações sejam atendidas e que sejam eficazes! Por isso, batalhemos com ardor para que isso possa se concretizar. E o que precisamos fazer? Passar por cima dos nossos próprios sentimentos, fazendo um grande esforço e indo falar com quem temos problemas, confessando os pecados uns aos outros. Quem não faz isso, mas continua frio e distanciado em relação ao outro, está no caminho completamente errado. Provérbios 14.21a diz: "O que despreza ao seu vizinho peca", e outra versão diz o seguinte: "O que despreza ao seu companheiro peca" (Ed. Rev. e Corr.).

    Em Provérbios 6 são enumeradas seis coisas que aborrecem ao Senhor, mas a sétima é uma abominação para Ele: "... o que semeia contendas entre os irmãos" (v. 19). Por isso alguém certa vez transcreveu Tiago 5.16 assim: "A oração de uma pessoa que está em paz com Deus faz milagres." Mas eu só vivo em paz com Deus quando igualmente vivo em paz com meus irmãos em Cristo (1 Jo 2.9,11).

    2. Fé inquebrantável e insistente

    Exatamente Elias é usado para exemplificar essa verdade: "Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou com instância para que não chovesse sobre a terra, e por três anos e seis meses não choveu" (Tg 5.17). Elias é um dos maiores profetas do Antigo Testamento, e, através do Senhor, ele foi capaz de fazer coisas grandiosas em uma época de apostasia quando as pessoas abandonavam ao Senhor. Mas exatamente Elias é classificado como o homem que "era semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos." Em sua vida, ele experimentou altos e baixos – mas orava com fervor e tinha uma fé inabalável. Elias não tinha sentimentos diferentes dos nossos. Ele era sujeito aos mesmos altos e baixos pelos quais nós passamos. Mas em sua fé ele era inabalável!

    Aqui a Bíblia quer nos ensinar que não devemos olhar para as aparências, nem para os nossos sentimentos e muito menos para as circunstâncias, e que não devemos condicionar nossa vida de oração a essas coisas. Mas somos exortados e animados a orarmos com uma fé que não vacila.

    Tenhamos nova coragem e novo ânimo para orarmos fervorosamente, com seriedade, e para assumirmos atitudes concretas, atitudes de justiça que são imprescindíveis para que nossas orações sejam respondidas. "Muito pode, pela sua eficácia, a súplica do justo." (Norbert Lieth)

    March 21

    KEMP MISSÕES

       
          

    Pai de amor, bondade e misericórdia, eu Te entrego minha vida hoje para que ela seja conduzida pela Tua vontade e jamais se desvie dos santos propósitos da salvação. Por favor, ensina-me e ajuda-me a firmar meus passos nas pegadas de Jesus. Como é bom saber que o fim deste caminho é um lugar de descanso ao Teu lado e para todo o sempre! Em nome de Jesus, o modelo que eu quero sempre seguir, eu oro. Amém.

     

    Aba, Pai, hoje posso olhar-me no espelho e, por traz deste corpo físico, enxergar a Tua imagem, santa, irrepreensível e eterna. E tudo o que eu posso dizer é obrigado, muito obrigado! Obrigado por Tua determinação em não abrir mão da minha vida quando o pecado me dirigia. Obrigado por Teu amor que só se explica em Jesus. Obrigado por Jesus e pela nova vida que eu tenho nEle. E que todos os meus dias sejam repletos de ações sinceras em louvor e gratidão a Ti. Obrigado porque não mais vivo eu mas Cristo vive em mim. Obrigado, Senhor. Muito obrigado! Eternamente grato, no nome de Jesus. Amém.